terça-feira, 9 de abril de 2013

TEMA: EU SOU UM COELHINHO!!!

TEMA: EU SOU UM COELHINHO!!!

 PROBLEMA: Por que a tradição da Páscoa é importante para a vida da criança?

JUSTIFICATIVA: A Páscoa é uma tradição que vem sendo celebrada desde a antiguidade, embora com outras características e outros motivos. Com o passar do tempo, passou a ter suas raízes firmadas na religião, que vem se consolidando cada vez mais com o tempo. Portanto, o nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" ("passagem"), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para "abrir passagem" aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida). Ainda hoje a família judaica se reúne para o "Seder", um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas. Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria. Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos. Considerada, essencialmente, a Festa da Libertação, a Páscoa é uma das festas móveis do nosso calendário, vinda logo após a Quaresma e culminando na Vigília Pascal. A Páscoa apresenta diversos símbolos, dentre os quais podemos citar: o ovo de Páscoa, o coelhinho da Páscoa, a cruz da ressurreição, o cordeiro, o pão e o vinho e o círio. Sendo que o ovo da Páscoa simboliza a existência da vida, do nascimento. O coelhinho por ser um animal com capacidade de gerar grandes ninhadas, ele simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente. A cruz da ressurreição significa ao mesmo tempo o sofrimento e a ressurreição. O cordeiro simboliza Cristo, que é o cordeiro de Deus e se sacrificou em favor de todo o rebanho. O pão e o vinho, na ceia do Senhor. Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor, representando seu corpo e seu sangue, eles são dados aos discípulos, para celebrar a vida eterna. Já o Círio é a grande vela que se acende na Aleluia. Quer dizer: “Cristo, a luz dos povos”. Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: “Deus é o princípio e o fim de tudo”. Dessa forma, torna-se relevante a abordagem do tema como forma de proporcionar desde cedo o contado das crianças do Berçário I com a Páscoa e seus encantos, enquanto manifestação cultural e parte da tradição do povo.
 
OBJETIVO GERAL: Propiciar o contato das crianças com a tradição da Páscoa, a fim de que as mesmas possam compreender a importância dessa tradição cultural e popular para seu desenvolvimento enquanto ser social e cultural.

 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Estabelecer contato com músicas referente ao tema;
Interagir com o coelhinho da Páscoa;
Explorar diversos materiais.
Participar de apresentação em comemoração a Páscoa.

CONTEÚDOS
IDENTIDADE E AUTONOMIA:
Eu e o Outro.
Comunicação e expressão.

MOVIMENTO:
Expressividade.
Coordenação motora.

LINGUAGEM:
Comunicação.
Gêneros e formas de expressão.

MÚSICA:
Canto.
Linguagem musical.

ARTES VISUAIS:
Fazer artístico.
Exploração de diferentes materiais.

NATUREZA E SOCIEDADE:
Família.
Escola.
Comunidade.
Tradições culturais.

ESTRATÉGIAS – ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Interação com outras turmas.
Histórias.
Danças.
Manipulação de diversos materiais.
Pintura.
Recursos tecnológicos.
Músicas.
Confecção de mural.
Confecção de lembrancinhas.
Chegada do coelho.

CRONOGRAMA: 25 a 28 de março.

AVALIAÇÃO:
Será realizada através de registro contínuo, observando as crianças individualmente e em grupo, anotando suas descobertas, relações e manifestações, dificuldades e suas expressões relacionadas ao seu desenvolvimento.

Durante o desenvolvimento das atividades, todas as crianças participaram, embora algumas tenham apresentado certo receio ao tocarem materiais diversificados, como por exemplo, a tinta, na pintura das casquinhas. No decorrer dos dias cantamos diversas músicas, já que a música parece atrair a atenção das crianças dessa faixa etária.

Participamos também da apresentação de Páscoa, onde as crianças do Berçário I apresentaram a música: Eu sou um coelhinho, todos vieram vestidos de branco, colocamos orelhinhas e pintamos o rostinho, fazendo o bigode e o nariz do coelho, as crianças estão de parabéns, pois se comportaram muito bem, enquanto que alguns dançavam os outros estavam concentrados nas cenouras e ovos que se encontravam a sua frente.

As demais turmas também realizaram apresentações, foi uma semana bem divertida, com a interação de todas as turmas e um envolvimento muito grande das crianças, sendo finalizado com a chegada do coelho, que é sempre muito esperada. Enquanto algumas crianças corriam atrás do coelhinho, outros preferiram ficar perto das professoras, mas todas receberam uma lembrancinha. Através de pequenos atos, atividades, procuramos preservar nossas tradições culturais, como forma de preservar a nossa identidade, enquanto ser social, cultural e histórico.

 PROFESSORAS: CARLA E CINTIA

BERÇÁRIO I - MATUTINO










 

TÍTULO: Adaptação: Um elo entre criança, família e escola.

TÍTULO: Adaptação: Um elo entre criança, família e escola.

 JUSTIFICATIVA: O processo de adaptação é um período bem delicado, onde a integração entre criança, família e escola é primordial para que a mesma ocorra da melhor forma possível. Em nossa turma do Berçário I, devido as crianças serem pequenas, normalmente, a família sente mais a separação, principalmente por estarem em função das crianças até então. A volta ao trabalho gera sentimentos controversos e tudo gira em torno da necessidade de trabalhar versos a vontade de ficar com o filho (a). Muitas famílias (pai, mãe, avós, tios, responsáveis) apresentam dificuldade em deixar as crianças aos cuidados de outras pessoas, mesmo sabendo que é necessário, muitos não tem o conhecimento de que o Centro de Educação Infantil é muito mais que um local de cuidado, mas principalmente de educação, que conta com profissionais habilitados e em constante formação para atender a essa etapa da Educação Básica. Nos Centros Infantis são oferecidos diários, devidamente planejados, para que a criança de desenvolva, dentro de suas particularidades e limitações, em todos os aspectos, sejam emocionais, motores, sociais ou cognitivos. O professor possui um papel importante no contexto escolar, principalmente nessa fase inicial de adaptação que compreende além das crianças, a família, os professores e toda a comunidade escolar. O professor é o mediador do processo de adaptação das crianças e das famílias à escola. Deve, portanto, buscar parceria com a família, para juntos, encontrarem a melhor forma de realizar a adaptação, uma vez que cada criança está inserida em uma família diferente, ou seja, cada família possui costumes, crenças, cultura, etc., diferenciada uma da outra. Dessa forma, o diálogo, o respeito, a atenção e a compreensão tornam-se ferramentas importantes nesse processo inicial, que gradativamente irão fortalecer a relação estabelecida entre as crianças, a família e a escola. Assim como ocorre com as crianças e a família, o processo de adaptação também afeta os professores, pois independente da experiência profissional, cada ano traz novos desafios, novas experiências, novas crianças, novas famílias, enfim, cada ano traz novas expectativas, novos contextos e novos conhecimentos. A integração entre criança, família e escola favorece de forma efetiva o processo de adaptação de todos os envolvidos, tornando-a um momento de troca de informações, onde o diálogo constante precisa estar presente. Portanto, a adaptação é um momento de conhecimento, onde cada um procura se ajustar a sua maneira aos novos desafios. É um período onde as crianças se adaptam a nova rotina, as professoras e aos novos colegas, para as famílias é o momento de confiar e acreditar nas pessoas que foram designadas para realizar o trabalho de cuidar e educar do seu bem maior (filho, neto, sobrinho, etc.), bem como participar de forma efetiva e integrada no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças. Para os professores é o momento de conhecer as crianças, as famílias para que possam, a partir disso, intervir da melhor forma possível, auxiliando as crianças na construção de seus conhecimentos, indispensáveis para inserção na sociedade. Torna-se relevante a abordagem do assunto, por ser fonte de conhecimento mútuo, onde todos buscam um melhor convívio, dentro das possibilidades e dificuldades de cada um.

 OBJETIVO GERAL: Proporcionar a compreensão acerca da importância da integração entre a criança, a família e escola, a fim de promover uma melhor adaptação para a criança.

Professoras: Carla e Cintia
Berçário I Matutino








 







quarta-feira, 3 de abril de 2013

Adaptação


Objetivo Geral: Desenvolver a autonomia e a confiança da criança,

Com relação a turma e as professoras neste inicio de ano.

Justificativa: Mais um ano que estamos iniciando e a adaptação processo de transição para todos (crianças/professores; família/escola)
        Momento de dialogo, conhecimento, descobertas, parcerias, desafios e avanços.
        Neste primeiro momento sentimos a necessidade de acolher as crianças, ofertando atividades bem diversificadas e lucidas para o bem estar de todos.

















 

 

 

ADAPTAÇÃO DE PAIS, CRIANÇAS E PROFESSORAS.

CRONOGRAMA: O ano inteiro.

PROBLEMÁTICA: Como tornar a adaptação dos bebês algo prazeroso a eles e de confiança aos pais?

JUSTIFICATIVA:
            O período conhecido como de adaptação da criança ao berçário é de suma importância na sua vida e merece todo cuidado da direção e da equipe de uma escola.
            Ficar bem no berçário, sem chorar nem sofrer, envolve muitos fatores e, basicamente, os sentimento de duas pessoas: mãe e filho. O comportamento expresso pela criança durante esse período indica o estado emocional, resultado e resultante de uma série de sentimentos desenvolvidos desde os primeiros meses de vida até o seu ingresso no berçário, sendo o produto de sua relação com a mãe, e é, simultaneamente, influenciado a partir daí pelos sentimentos desta, relacionados ao significado que possa ter para ela a separação de seu filho, com a consequente entrega dele a terceira
            A criança em poucos dias sentir-se-á segura aceitando o novo ambiente e as pessoas com quem terá convívio. Caso a criança, após este período, apresente a reação incontrolável, com ansiedade e pânico a estranhos é desaconselhável deixá-la à força, devendo-se então prolongar o período de adaptação, dando tempo à criança para que a mesma possa desenvolver a confiança necessária nos adultos e no novo ambiente desconhecido, consolidando assim, a confiança necessária em sua mãe.
            A etapa de escolha da escola sendo superada chegada hora da adaptação. A mãe tendo confiança no berçário sentirá segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, porém o período de adaptação varia de criança para criança, e deve ser avaliado individualmente.

Sabe-se que o primeiro contato que a criança tem com a escola é um momento único e especial, tanto para a família quanto para a escola. Partindo desse pressuposto, é fundamental que o educador receba as crianças com o maior afeto possível, demonstrando simpatia e principalmente mostrando segurança para os pequenos iniciantes do convívio escolar.

OBJETIVO GERAL;

Desenvolver relações afetivas entre pais, crianças e professoras, a fim de favorecer a construção de muitas conquistas e aprendizagem.





 

DENTINHOS QUE MORDEM

            Projeto: DENTINHOS QUE MORDEM

 Problemática: Como lidar com as mordidas dentro do espaço do CEI?

 Justificativa: Partindo de uma necessidade da sala, vamos trabalhar o comportamento impulsivo das mordidas. Observamos que na disputa de brinquedos, pessoas de seu convívio e na busca por novas sensações as crianças passam a morder, bater e empurrar.

Ai vem a nossa preocupação e pergunta; o que está acontecendo, e o que fazer?

 Vale apenas lembrar que as crianças estão na fase de amadurecimento constante, consequentemente estão aprendendo a exteriorizar suas angustias medos, frustrações, anseios e descobertas; E são as mãos e os dentes que usam como instrumento de defesa para marcar e chamar a atenção.

 Objetivo geral: Construir um convívio onde as crianças percebam que morder dói e machuca o amiguinho.

 Objetivos especificicos:
·        Aprender a conviver no espaço físico do CEI.
·        Criar bons hábitos de respeito às regras do grupo em que esta inserida.
·        Refletir sobre o que é certo e errado.

 Conteúdos

Identidade e autonomia:
·        Eu e outro.
·        Comunicação e expressão.

 Natureza e sociedade:
·        Família.
·        Escola.
·        Comunidade.

 Movimento:
·        Corpo humano.
·        Sensações.

 Artes visuais:
·        Exploração de diferentes materiais.

 Música:
·        Canto.
·        Expressão oral e corporal.

 Metodologia:
·        Dramatização (jacaré)
·        Roda de conversa (DENTADURA)
·        Bolinhas de isopor (DENTINHOS)
·        Carimbo da boca (batom)
·        Cartaz com recortes de bocas
·        Morder (maçã)
·        Morder (laranja)
·        Canto (beijo beijinho)
·        Casinha
·        Dramatização (O LOBO MAU)
·        Manuseio de livros
·        Folhear revistas
·        Passeio-cercado
·        Pintura com guache
·        Areia
·        Aconchego, carinho.
·        Interação com os colegas, professores e funcionários.
·        Brincadeiras livres e dirigidas.
·        Músicas e dança.
·        Histórias e teatro.
·        Organização do espaço.
·        Manipulação de diversos materiais.
·        Rotina da sala.
·         Brincadeiras sem regras.
·        Brincadeiras regras simples.
·        Utilização das formas básicas de movimentos (andar, correr, saltar, rolar, etc).
·        Estimulação e motivação.
·        Atividades lúdicas.
·        Parquinho, pois nessa idade a criança tem bastante energia.
·        Jogos de bola em rodas, promovendo a integração social, onde a criança deverá jogá-la para o amigo, dizendo o nome (ou dito pelo professor).
·        Trabalhos manuais com massinhas e argila, deixando que estes manuseiem bastante.
·        Ampliar seu vocabulário, conversando diariamente, com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia.
·        Trabalhos com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo.
·        Contos de histórias curtas.·.
·        Coordenação motora livre, como rasgar papel, brincar de massinha, etc.
·        Brincadeiras de imitar os adultos, como escovar os dentes de bonecas, fazer comidinha, ir às compras, banho de bonecas, etc.

 Cronograma; março de 2013.

Avaliação:
As ocorrências de mordidas entre crianças ainda estão acontecendo, porém em menos quantidade. Os pais da criança mordida chegam sensibilizados com a marquinha que encontram em seu filho. Os da criança que mordeu ficam preocupados com o seu comportamento. Para amenizar essa tensão nosso trabalho é conversar isoladamente com cada família envolvida, tentando tranquilizar os pais e dialogando que mordidas são reações naturais da criança de até dois anos e meio, por meio das quais elas procuram extravasar desejos, anseios, se expressar e aliviar o stress e a irritação, até porque eles ainda não têm repertório suficiente de vocabulário para fazer isso usando a fala.
        
A fase das MORDIDAS também passa...

         Desde o aparecimento dos primeiros dentes, até os dois anos, aproximadamente, as crianças costumam morder brinquedos, pessoas de seu convívio e objetos de seu dia-a-dia. Fazem isso em busca de novas sensações e movimentos, tomando assim, aos poucos, consciência de seu próprio corpo – de seu “eu corporal” e de seus limites.

        Tal característica também é conhecida como “fase oral”. Fase pela qual a criança começa a interagir com o mundo, através de sua boca. E é através da boca que a criança faz importantes descobertas e começa a separar o que a constitui daquilo que constitui o outro. Outra razão para que as crianças mordam é a falta de domínio verbal. Por não saberem se expressar, muitas vezes mordem por conta da necessidade de se comunicarem.

        Em contrapartida, sentimentos de ciúme e afeto podem suscitar mordidas, juntamente por serem emoções que ainda não podem ser nomeadas pelas crianças. A criança está em pleno desenvolvimento de sua sensibilidade, em plena fase de investigação e procura pela presença do outro e das coisas. Nesse caso o ato de morder, pode ser analisado como sinal dessa procura.

        Evidentemente, o ato de morder da criança é interpretado pelo outro e passa a ter um significado. Isso é cultural. Dependendo da cultura em que a criança se desenvolve, sua mordida passa a ter diferentes significados. É o mundo cultural que faz emergir a sensibilidade perceptiva da criança e não o contrário. Assim, dependendo do significado que é atribuída a mordida, haverá a percepção desse seu ato. Se os adultos a considerarem como agressividade, a criança se apropria desse significado e passará a morder para agredir ou até mesmo para se defender.

        Quando a criança começa a frequentar o CEI, lá descobre que não é única interessada nos brinquedos, muito menos que é o centro das atenções da professora. Surgem divergências por causa da falta de exclusividade e disputas com os colegas por qualquer bobagem podem gerar um conflito entre as crianças e acabar numa mordida.

        Precisamos ter cuidado de não rotular a criança como “mordedora”. Quanto mais enfatizamos essa característica na criança, mas ela se comporta como tal, pois é o que todos esperam dela. De qualquer forma, não podemos esquecer de que crianças usam sim, esse tipo de comportamento durante a primeira infância (0 a 3 anos), devendo esse desaparecer tão logo a criança consiga se expressar através do uso das palavras. Portanto, o caminho para o abandono das mordidas é através do aprendizado da fala.

        Quando acontecer da criança morder, devemos imediatamente dizer-lhes NÃO, em tom calmo, mas firme e com desaprovação. Se o bebê que começa a caminhar (1 a 2 anos), morder, pegue-o firmemente e ponha a criança no chão. Quando a criança pequena (2 a 3 anos), morder, diga-lhe: Não é correto morder, porque machuca as pessoas.