quarta-feira, 3 de abril de 2013

Adaptação


Objetivo Geral: Desenvolver a autonomia e a confiança da criança,

Com relação a turma e as professoras neste inicio de ano.

Justificativa: Mais um ano que estamos iniciando e a adaptação processo de transição para todos (crianças/professores; família/escola)
        Momento de dialogo, conhecimento, descobertas, parcerias, desafios e avanços.
        Neste primeiro momento sentimos a necessidade de acolher as crianças, ofertando atividades bem diversificadas e lucidas para o bem estar de todos.

















 

 

 

ADAPTAÇÃO DE PAIS, CRIANÇAS E PROFESSORAS.

CRONOGRAMA: O ano inteiro.

PROBLEMÁTICA: Como tornar a adaptação dos bebês algo prazeroso a eles e de confiança aos pais?

JUSTIFICATIVA:
            O período conhecido como de adaptação da criança ao berçário é de suma importância na sua vida e merece todo cuidado da direção e da equipe de uma escola.
            Ficar bem no berçário, sem chorar nem sofrer, envolve muitos fatores e, basicamente, os sentimento de duas pessoas: mãe e filho. O comportamento expresso pela criança durante esse período indica o estado emocional, resultado e resultante de uma série de sentimentos desenvolvidos desde os primeiros meses de vida até o seu ingresso no berçário, sendo o produto de sua relação com a mãe, e é, simultaneamente, influenciado a partir daí pelos sentimentos desta, relacionados ao significado que possa ter para ela a separação de seu filho, com a consequente entrega dele a terceira
            A criança em poucos dias sentir-se-á segura aceitando o novo ambiente e as pessoas com quem terá convívio. Caso a criança, após este período, apresente a reação incontrolável, com ansiedade e pânico a estranhos é desaconselhável deixá-la à força, devendo-se então prolongar o período de adaptação, dando tempo à criança para que a mesma possa desenvolver a confiança necessária nos adultos e no novo ambiente desconhecido, consolidando assim, a confiança necessária em sua mãe.
            A etapa de escolha da escola sendo superada chegada hora da adaptação. A mãe tendo confiança no berçário sentirá segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, porém o período de adaptação varia de criança para criança, e deve ser avaliado individualmente.

Sabe-se que o primeiro contato que a criança tem com a escola é um momento único e especial, tanto para a família quanto para a escola. Partindo desse pressuposto, é fundamental que o educador receba as crianças com o maior afeto possível, demonstrando simpatia e principalmente mostrando segurança para os pequenos iniciantes do convívio escolar.

OBJETIVO GERAL;

Desenvolver relações afetivas entre pais, crianças e professoras, a fim de favorecer a construção de muitas conquistas e aprendizagem.





 

DENTINHOS QUE MORDEM

            Projeto: DENTINHOS QUE MORDEM

 Problemática: Como lidar com as mordidas dentro do espaço do CEI?

 Justificativa: Partindo de uma necessidade da sala, vamos trabalhar o comportamento impulsivo das mordidas. Observamos que na disputa de brinquedos, pessoas de seu convívio e na busca por novas sensações as crianças passam a morder, bater e empurrar.

Ai vem a nossa preocupação e pergunta; o que está acontecendo, e o que fazer?

 Vale apenas lembrar que as crianças estão na fase de amadurecimento constante, consequentemente estão aprendendo a exteriorizar suas angustias medos, frustrações, anseios e descobertas; E são as mãos e os dentes que usam como instrumento de defesa para marcar e chamar a atenção.

 Objetivo geral: Construir um convívio onde as crianças percebam que morder dói e machuca o amiguinho.

 Objetivos especificicos:
·        Aprender a conviver no espaço físico do CEI.
·        Criar bons hábitos de respeito às regras do grupo em que esta inserida.
·        Refletir sobre o que é certo e errado.

 Conteúdos

Identidade e autonomia:
·        Eu e outro.
·        Comunicação e expressão.

 Natureza e sociedade:
·        Família.
·        Escola.
·        Comunidade.

 Movimento:
·        Corpo humano.
·        Sensações.

 Artes visuais:
·        Exploração de diferentes materiais.

 Música:
·        Canto.
·        Expressão oral e corporal.

 Metodologia:
·        Dramatização (jacaré)
·        Roda de conversa (DENTADURA)
·        Bolinhas de isopor (DENTINHOS)
·        Carimbo da boca (batom)
·        Cartaz com recortes de bocas
·        Morder (maçã)
·        Morder (laranja)
·        Canto (beijo beijinho)
·        Casinha
·        Dramatização (O LOBO MAU)
·        Manuseio de livros
·        Folhear revistas
·        Passeio-cercado
·        Pintura com guache
·        Areia
·        Aconchego, carinho.
·        Interação com os colegas, professores e funcionários.
·        Brincadeiras livres e dirigidas.
·        Músicas e dança.
·        Histórias e teatro.
·        Organização do espaço.
·        Manipulação de diversos materiais.
·        Rotina da sala.
·         Brincadeiras sem regras.
·        Brincadeiras regras simples.
·        Utilização das formas básicas de movimentos (andar, correr, saltar, rolar, etc).
·        Estimulação e motivação.
·        Atividades lúdicas.
·        Parquinho, pois nessa idade a criança tem bastante energia.
·        Jogos de bola em rodas, promovendo a integração social, onde a criança deverá jogá-la para o amigo, dizendo o nome (ou dito pelo professor).
·        Trabalhos manuais com massinhas e argila, deixando que estes manuseiem bastante.
·        Ampliar seu vocabulário, conversando diariamente, com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia.
·        Trabalhos com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo.
·        Contos de histórias curtas.·.
·        Coordenação motora livre, como rasgar papel, brincar de massinha, etc.
·        Brincadeiras de imitar os adultos, como escovar os dentes de bonecas, fazer comidinha, ir às compras, banho de bonecas, etc.

 Cronograma; março de 2013.

Avaliação:
As ocorrências de mordidas entre crianças ainda estão acontecendo, porém em menos quantidade. Os pais da criança mordida chegam sensibilizados com a marquinha que encontram em seu filho. Os da criança que mordeu ficam preocupados com o seu comportamento. Para amenizar essa tensão nosso trabalho é conversar isoladamente com cada família envolvida, tentando tranquilizar os pais e dialogando que mordidas são reações naturais da criança de até dois anos e meio, por meio das quais elas procuram extravasar desejos, anseios, se expressar e aliviar o stress e a irritação, até porque eles ainda não têm repertório suficiente de vocabulário para fazer isso usando a fala.
        
A fase das MORDIDAS também passa...

         Desde o aparecimento dos primeiros dentes, até os dois anos, aproximadamente, as crianças costumam morder brinquedos, pessoas de seu convívio e objetos de seu dia-a-dia. Fazem isso em busca de novas sensações e movimentos, tomando assim, aos poucos, consciência de seu próprio corpo – de seu “eu corporal” e de seus limites.

        Tal característica também é conhecida como “fase oral”. Fase pela qual a criança começa a interagir com o mundo, através de sua boca. E é através da boca que a criança faz importantes descobertas e começa a separar o que a constitui daquilo que constitui o outro. Outra razão para que as crianças mordam é a falta de domínio verbal. Por não saberem se expressar, muitas vezes mordem por conta da necessidade de se comunicarem.

        Em contrapartida, sentimentos de ciúme e afeto podem suscitar mordidas, juntamente por serem emoções que ainda não podem ser nomeadas pelas crianças. A criança está em pleno desenvolvimento de sua sensibilidade, em plena fase de investigação e procura pela presença do outro e das coisas. Nesse caso o ato de morder, pode ser analisado como sinal dessa procura.

        Evidentemente, o ato de morder da criança é interpretado pelo outro e passa a ter um significado. Isso é cultural. Dependendo da cultura em que a criança se desenvolve, sua mordida passa a ter diferentes significados. É o mundo cultural que faz emergir a sensibilidade perceptiva da criança e não o contrário. Assim, dependendo do significado que é atribuída a mordida, haverá a percepção desse seu ato. Se os adultos a considerarem como agressividade, a criança se apropria desse significado e passará a morder para agredir ou até mesmo para se defender.

        Quando a criança começa a frequentar o CEI, lá descobre que não é única interessada nos brinquedos, muito menos que é o centro das atenções da professora. Surgem divergências por causa da falta de exclusividade e disputas com os colegas por qualquer bobagem podem gerar um conflito entre as crianças e acabar numa mordida.

        Precisamos ter cuidado de não rotular a criança como “mordedora”. Quanto mais enfatizamos essa característica na criança, mas ela se comporta como tal, pois é o que todos esperam dela. De qualquer forma, não podemos esquecer de que crianças usam sim, esse tipo de comportamento durante a primeira infância (0 a 3 anos), devendo esse desaparecer tão logo a criança consiga se expressar através do uso das palavras. Portanto, o caminho para o abandono das mordidas é através do aprendizado da fala.

        Quando acontecer da criança morder, devemos imediatamente dizer-lhes NÃO, em tom calmo, mas firme e com desaprovação. Se o bebê que começa a caminhar (1 a 2 anos), morder, pegue-o firmemente e ponha a criança no chão. Quando a criança pequena (2 a 3 anos), morder, diga-lhe: Não é correto morder, porque machuca as pessoas.






 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Feliz dia da Mulher!


Mulher tem a delicadeza das flores,
A força de ser mãe,
O carinho de ser esposa,
A reciprocidade de ser amiga,
O dom de iluminar com um sorriso,
E o amor por ser mulher!

O Centro de Educação Infantil Hulda Cardoso e o Pré-Escolar Ivo Venske desejam a todas as mulheres...

UM FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER!


 

segunda-feira, 4 de março de 2013

Reuniões de início de ano


O ano de 2013 iniciou com reuniões no CEI Hulda Cardos e Pré-Escolar Ivo Venske

As reuniões de inicio de ano são de suma importância, ajudando a estabelecer um diálogo produtivo com os professores, levantar informações que podem ser uteis na organização da rotina do CEI. Essa troca de ideias também faz bem, pois estes conseguem entender como as propostas de trabalho desenvolvem as habilidades de seus alunos e ampliam as suas experiências.

No dia 17/01 iniciamos as nossas atividades com a primeira reunião do ano com uma breve apresentação de todos os professores onde cada um ofereceu ao seu colega de sala uma lembrancinha e palavras de otimismo.


No dia 24/01 tivemos a reunião com serventes e merendeiras, nesta foram passados orientações e normas para o bom funcionamento do CEI, a reunião foi iniciada com a entrega de uma lembrancinha e apresentação dos funcionários.

No dia 01/03 aconteceu a primeira reunião de pais.
A reunião de pais é um importante instrumento de aproximação entre a família do aluno e escola. “Não é o único, e tão pouco o mais importante dos instrumentos, mas pode ser fundamental para que os pais se aprimorem como educadores dos filhos e compartilhem com os professores e com outros pais, as dificuldades, desafios e soluções da educação.”
A reunião iniciou com a apresentação de teatro “Os três porquinhos” com as turmas do Pré I e Pré II.



 
Logo após a apresentação do quadro funcional.



Coordenadora da educação Infantil Elísia Kasprowicz Stein.




Orientações de saúde com a Dra. Márcia Sparvoli (Médica Pediatra) e Enfermeira Daniela Bogo.


Troca de alguns componentes da APP e algumas palavras da Vice-Presidente da APP Amélia.



Avisos gerais com a Diretora Tiamara Da Silva Bartnikowski Lewandowski





Enquanto a reunião acontecia... o CEI funcionava normalmente...



Visitação dos pais nas salas de seus filhos.



E a reunião encerra com um delicioso Café.