segunda-feira, 10 de setembro de 2012

SEMANA DA PÁTRIA

SEMANA DA PÁTRIA

A semana da pátria teve início no dia 03/09 com a abertura oficial em frente a Prefeitura Municipal de Massaranduba, e as crianças do Pré Escolar Ivo Venske estiveram presentes.

 



 
No dia 03/09 as professoras dos Berçários I e II confeccionaram uma linda bandeira do Brasil para deixar o nosso CEI ainda mais bonito!



Ainda no dia 03/09 após cantarmos o hino, tivemos as apresentações das turmas do Maternal I e Maternal I Matutino e vespertino.







No dia 04/09 após cantarmos o hino, tivemos as apresentações das turmas do Jardim Matutino e Vespertino.







No dia 05/09 após cantarmos o hino, tivemos as apresentações das turmas dos Pré I matutino e vespertino.







No dia 06/09 após cantarmos o hino, tivemos as apresentações das turmas do Pré II matutino e vespertino.






E no dia 07/09, tivemos o nosso Desfile Cívico!

Onde as crianças do Pré Escolar Ivo Venske acompanhadas de seus pais ou representantes participaram, deixando o nosso pelotão muito mais bonito, participaram também do desfile a Diretora Tiamara, a orientadora Charlene, as professoras do Pré Escolar Susan, Fabiana e Arlete, e a Presidenta da APP Nilca abrindo nosso desfile com a bandeira do nosso município.








 
 
O Pré-Escolar Ivo Venske, fundado em 1996, anexo ao Centro de Educação Infantil Hulda Cardoso, atende crianças de 4 a 6 anos, no período matutino e vespertino, atualmente com 64 crianças matriculadas. Conta com 04 professores, 01 Diretora, 01 orientadora e 01 secretária.
O Centro de Educação Infantil Hulda Cardoso hoje CEI, tem seu funcionamento das 04h30 as 23h30 de segundas as sextas-feiras, atendendo um total de 119 crianças, na faixa etária de 0 a 3 anos.
O corpo docente está composto de uma diretora (Tiamara da Silva Bartnikowski Lewandowski), uma orientadora (Charlene Paula Feldmann Chiodini) uma secretária (Susana Priscila Schneider), 4 cozinheiras, 3 serventes, 26 professores, totalizando 36 funcionários.
O Centro de Educação Infantil e o Pré-Escolar Ivo Venske tem como finalidade, desenvolver a socialização da criança, construir a identidade e autonomia, bem como a ampliação dos seus conhecimentos de mundo. Também tem por objetivo, propiciar o desenvolvimento das capacidades físicas, afetivas, intelectuais e sociais dotando-as das competências, habilidades, hábitos e atitudes para que possam interagir de forma criativa e curiosa.
TÍTULO: PEPE, O PEIXINHO ENGRAÇADINHO!

PROBLEMA: O que os peixes podem nos ensinar?

JUSTIFICATIVA: O referido projeto surgiu de acordo com as necessidades das crianças do Berçário II em descobrir outros tipos de animais, ampliando seus conhecimentos acerca dos mesmos. O gato, o pintinho, o cachorro, eram animais que as crianças já conheciam, sendo que a ideia do peixe surgiu de algumas músicas cantadas em sala e da contação de histórias, através do livro “O peixinho engraçadinho”, onde em seu conteúdo mostra os diferentes tipos de peixes, seja no tamanho, na cor. Um dos que mais chamou a atenção foi o peixe Abissal, que possuía dentes grandes, surgindo então a ideia de trabalharmos através dos peixes as mordidas, fase pela qual algumas crianças vem passando. Segundo o site Sobiologia (2012), os peixes ocupam as águas salgadas dos mares e oceanos e as águas doces dos rios, lagos e açudes. Nesse grupo, existem cerca de 24 mil espécies, das quais mais da metade vive em água salgada. O tamanho médio dos peixes pode variar de um centímetro a até cerca de 18 metros. Provavelmente, foram os primeiros vertebrados a surgir na Terra, e eram pequenos, sem mandíbula, tinham coluna vertebral cartilaginosa e uma carapaça revestindo seus corpos. Na evolução, houve uma série de adaptações que representaram aos peixes melhores condições de sobrevivência em seu habitat - não ter couraça pesada, ser nadadores velozes, ter mandíbulas e poder morder. Dessa forma, torna-se relevante o desenvolvimento do referido projeto, para que as crianças possam diferenciar tamanhos, características, habitat, tipo de alimentação, explorando um novo contexto, a água.
OBJETIVO GERAL: Despertar o interesse pelos animais e o interesse pelos animais aquáticos, percebendo a diferença entre os peixes (cor, forma, espécie), sua alimentação, explorando o tato (seco e molhado), a fim de que as crianças ampliem seus conhecimentos sobre o mesmo.

 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·        Expressar suas necessidades, desejos, pensamentos e sentimentos, utilizando seus argumentos, para desenvolver sua autonomia;
·        Manipular diferentes objetos e materiais, explorando características, propriedades e possibilidades de manuseio;
·        Participar de brincadeiras musicais;
·        Estabelecer comunicação através da linguagem oral e corporal a fim de interagir com o adulto e com outra criança;
·        Explorar o ambiente, descobrindo e entrando em contato com seres vivos a fim de conhecer suas características, cuidados básicos e valorização da vida;
·        Explorar o ambiente através da brincadeira, para participação ativa ao interagir com os diferentes elementos da natureza e do grupo social em que vive;
·        Utilizar comparação, classificação e seriação em diferentes contextos para desenvolver noções simples destes conceitos.

 CONTEÚDOS:

IDENTIDADE E AUTONOMIA
·        Eu e o outro.
·        Comunicação e expressão.
·        Exploração do espaço.

CORPO E MOVIMENTO
·        Corpo humano.
·        Expressividade.
·        Coordenação motora.
·        Sensações.

LINGUAGEM
·        Comunicação.
·        Gêneros e formas de expressão.

MÚSICA
·        Canto.
·        Linguagem musical.

ARTES VISUAIS
·        Fazer artístico.
·        Exploração de diferentes matérias.

NATUREZA E SOCIEDADE
·        Família.
·        Escola.
·        Comunidade.
·        Meio Ambiente.
·        Seres Vivos.

MATEMÁTICA
·        Classificação.
·        Comparação.
·        Seriação.
·        Grandezas e medidas.

DESENVOLVIMENTO - ATIVIDADES
·        Aula passeio.
·        Interação com outras turmas.
·        Brincadeiras no parque.
·        Histórias.
·        Brincadeiras livres e dirigidas.
·        Brincadeiras com o corpo.
·        Danças.
·        Manipulação de diversos materiais.
·        Desenho e pintura.
·        Recursos tecnológicos.
·        Música.
·        Sucata.
·        Ouvir músicas.
·        Alimentação.
·        Semelhanças e diferenças.
·        Confecção de um mural com a música “Como pode um peixe vivo”.
 

CRONOGRAMA: 13 a 31/08.


AVALIAÇÃO:
         Foi realizada através de registro contínuo, observando as crianças individualmente e em grupo, anotando suas descobertas, relações e manifestações, dificuldades e suas expressões relacionadas ao seu desenvolvimento. Realizamos algumas atividades para que as crianças tivessem um pouco a noção da vida na água, o primeiro passo foi adquirir um peixe, que foi batizado pelas crianças de Pepe. Entretanto, não foi um processo muito fácil, ao questionarmos as crianças sobre o nome do peixe elas diziam: Peixinho, então depois de explicarmos e exemplificarmos que cada pessoa tem um nome, uma das crianças olhou para o peixe e disse: Pepe.
         Percebemos que as crianças demonstravam muito fascínio pelo peixe, de como se locomovia, a forma como se alimentava. O peixe nos fez companhia durante a realização de todo o projeto. Realizamos uma atividade de pintura com guache, onde as crianças carimbaram seus dedinhos em peixinhos de EVA, após foi feito um mural com a música “Como pode um peixe vivo”.
         Também confeccionamos peixes com caixas de ovos e um aquário com garrafas pet, cantamos várias músicas relacionadas ao tema. Percebemos durante as atividades que as músicas chamam muito a atenção das crianças, pois sempre que as ouvem dançam ou cantam, cada qual acompanhando a sua maneira.
         Para realização da contação de histórias utilizamos o livro infantil “O peixinho engraçadinho”, este livro foi escolhido por estarmos desenvolvendo um projeto sobre o peixe. As crianças do Berçário II vêm demonstrando gostar do assunto, das atividades propostas. A contação de histórias tem hoje, grande importância nas escolas, pois através das histórias, das lendas, dos contos de fada, entre outros, a criança tem a oportunidade de significar seu mundo.
 Por meio das histórias interagimos com o mundo e os sujeitos nele pertencentes. Primeiro, atuando como ouvintes e, por conseguinte, como oradores. Ouvir e ler são processos passados por um leitor. A função de cada etapa e constituição do leitor é fundamental para seu desenvolvimento. Essa função é exercida e concebida como sujeito ativo de seu próprio processo de formação (COSTA, 2010, p.143).
          Iniciamos a contação de histórias com a leitura do livro, por ter muitas figuras as crianças demonstraram gostar, elas viram a diferença entre os peixes, suas características, o tamanho. Algumas crianças já conseguem falar, então muitas repetiam o que dizíamos, enquanto outras apontavam no livro os peixes, demonstraram gostar de forma especial da baleia, e diziam “gande”, quando mostrávamos sua figura.
         Entretanto, outro peixe chamou muita a atenção das crianças que foi o peixe Bissau, ele possuía dentes grandes e algumas das crianças disseram: “Ui, medo”. Aproveitamos a oportunidade e conversamos com as crianças sobre os dentes, especificamente sobre as mordidas. Sabemos que se trata da fase oral nessa faixa etária, onde as crianças descobrem o mundo pela boca, mas estamos aproveitando todos os momentos para reforçar que a mordida não é algo bom, que machuca os colegas, que os dentes servem para comer.
         Segundo Oliveira (2012), desde o aparecimento dos primeiros dentes até os 2 anos, aproximadamente, as crianças costumam morder brinquedos, pessoas de seu convívio e objetos de seu dia-a-dia. Fazem isso em busca de novas sensações e movimentos, tomando assim, aos poucos, consciência de seu próprio corpo – de seu “eu corporal” e de seus limites. Tal característica também é conhecida como “fase oral”. Fase pela qual a criança começa a interagir com o mundo, através da sua boca. E é justamente através da boca que a criança faz importantes descobertas e começa a separar o que a constitui daquilo que constitui o outro. Provoca reações ao mesmo tempo em que revela diferentes e inéditas sensações. Outra razão para que as crianças mordam é a falta de domínio verbal. Por não saberem se expressar, muitas vezes mordem por conta da necessidade de se comunicarem. Assim conseguem, através das mordidas, expressar seu descontentamento, suas frustrações, seus desejos e necessidades. Mordem, então, por serem incapazes de se comunicarem com clareza.
         Portanto, essa história auxiliou porque elas viram os dentes do peixe, sentiram certo receio de chegar perto da figura, depois da conversa, algumas crianças diziam: “dente, faz dodói”, demonstrando terem entendido.
         Após a contação de história confeccionamos um peixe com balão, todas as crianças queriam pegar e brincar, foi uma festa só. Entregamos os peixes e cada um levou o seu para casa, para que pudesse mostrar para o papai e a mamãe. O projeto foi finalizado através de uma grande exposição com todas as demais turmas do CEI, com os mais diversos tipos de animais.

Professoras: Cintia, Dileine e Micheli

Berçário I – Matutino e Vespertino.









 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012


EDUCAÇÃO FÍSICA

PROFº ROGÉRIO STOLF

JUSTIFICATIVA:
       A competitividade está presente na vida do ser humano desde os primeiros momentos de vida e somos constantemente testados por nossas próprias limitações no decorrer de nossa existência.
         Quando deparado com uma oportunidade, o indivíduo projeta-se rumo ao objetivo a ser atingido utilizando de suas ferramentas para alcançar o sucesso. Isto é um fato normal se considerarmos a essência competitiva do ser humano, buscando sempre o ponto mais alto no pódio.
         No entanto esta competição pode se tornar algo ofensivo se o indivíduo não compreender que esta deverá ser realizada para ele próprio buscar a auto superação e atingir seus objetivos pessoais e não para sobrepor-se em relação ao próximo, tendo como finalidade a derrota do outro para que aconteça o próprio destaque.
       Esta imagem obscura da competitividade exacerbada é percebida quase que diariamente, tornando-se uma patologia, e se nós enquanto educadores não intervirmos, esta terá início dentro da pré-escola, onde existem alunos que não sabem ainda lidar com este fenômeno, e acaba as vezes frustrando-se por não atingir o melhor resultado, ou ainda interferindo em relação aos colegas de classe caso use a sua maneira, de métodos inadequados para atingir seus objetivos.

 DESENVOLVIMENTO:
         Para este momento, foram utilizadas atividades de estafetas. A cada nova prova realizada foram requisitadas algumas habilidades motoras as quais já haviam sido trabalhadas em outros momentos específicos, onde os alunos colocavam em prática o que já foi aprendido.
 
AVALIAÇÃO:
       Tivemos a participação de todos os alunos durante as atividades desenvolvidas. Dos mais tímidos aos mais desinibidos, todos experimentaram a forma lúdica para participar de uma competição.
         Um fato interessante foi a observação feita entre os próprios alunos, aonde percebiam os diferentes níveis de desempenho existentes dentro do grupo.
           Houve também momentos onde foi necessária a intervenção a fim de que se esclarecesse o objetivo da atividade, pois os alunos que tem um pouco mais de habilidade acabavam cobrando dos colegas menos ágeis mais desempenho, o que em algumas ocasiões gerava conflitos de opiniões.
           Porém, isto faz parte do processo de construção do conhecimento o qual inicia nesta faixa etária e se concretiza com o desenvolvimento da trajetória escolar dos educandos. Cabe a nós educadores físicos auxiliar os nossos alunos nesta trajetória onde as crianças experimentam a competitividade para superar seus medos, seus limites, para conhecer melhor suas habilidades e potencialidades motoras, enfim, para se conhecerem melhor, onde irão aprender a lidar com os sentimentos, as diferentes sensações e emoções geradas pela vitória ou pela perda durante algum jogo ou brincadeira.








JARDIM VESPERTINO

Professoras: Cristiane e Janaína

TEMA: Brincando e estimulando a coordenação motora.

Justificativa.
Durante a realização das atividades dos projetos anteriores, nós professoras percebemos nas crianças do jardim vespertino a necessidade de aprimorar a coordenação motora fina e ampla, a partir disso desenvolvemos este projeto.

Objetivo Geral:
Desenvolver a coordenação motora fina e ampla através de atividades e brincadeiras.

Objetivos específicos:

IDENTIDADE E AUTONOMIA
Brincar com as demais crianças do grupo e da instituição a fim de interagir e familiarizar-se.

ARTES VISUAIS
Manipular diferentes objetos e materiais, explorando características, propriedades e possibilidades de manuseio.

 MÚSICA
Explorar diferentes gêneros e ritmos musicais para desenvolver movimentos de ritmos na dança.

 LINGUAGEM
Estabelecer comunicação através da linguagem oral e corporal a fim de interagir com o adulto ou com outra criança.

NATUREZA E SOCIEDADE
Conhecer seu próprio corpo por meio do uso e da exploração de suas habilidades físicas, motoras e perceptivas.

MATEMÁTICA
Utilizar a contagem oral em brincadeiras ou situações nas quais se reconheça a necessidade.

MOVIMENTO
Explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento, recorte e rasgar para desenvolver a coordenação motora fina.

CONTEÚDOS
Exploração do espaço;

Exploração de diferentes materiais;

Ritmos e gêneros musicais;

Linguagem oral, escrita e corporal;

Comunicação;

Equilíbrio;

Percepção de ritmo;

Controle muscular: encaixar, pegar e soltar, subir e descer, chutar, escorregar, dançar, correr e saltar;

Noções de lateralidade;

Coordenação motora: ampla e fina.

METODOLOGIA
Estimulação para higiene bucal;

Brincadeiras na areia e no parque;

Rodas de conversa;

Estimular a vestir-se sozinho;

Modelagem com massinha, areia, papel, entre outros;

Colagem com figuras;

Recorte de diferentes texturas;

Acompanhamento com o corpo no ritmo da música;

Brincadeiras de roda;

Folhear diferentes materiais;

Jogo da memória, quebra-cabeça;

Arremessar objetos;

Peças de montar;

Recolher objetos, jogar, buscar;

Utilização de CD`s de musicas.

 Desenhar a partir do que foi observado.

AVALIAÇÃO
O projeto foi desenvolvido pela necessidade da turma e durante as atividades desenvolvidas até agora já podemos perceber grandes melhoras na coordenação motora de nossas crianças, principalmente nas atividades com recorte e pintura. Algumas ainda sentem dificuldade em firmar o lápis para pintar, mas com auxílio já estão progredindo.

Nas atividades que envolvem o desenvolvimento da coordenação motora ampla as crianças gostam quando utilizamos materiais diversificados como: bambolê, corda e bolas.  Mesmo que o projeto ainda não chegou ao fim já podemos perceber que nossos objetivos estão sendo alcançados.

CRONOGRAMA
Aproximadamente 3 meses com intervalo para os temas: Família na escola e  dia dos pais.